Arquivo da categoria ‘Inclusão Digital’

Clima de Copa, convocação da Seleção Brasileira de Futebol pra entrar no ar e por que não convocarmos Softwares Livres Brasileiros para serem mostrado aqui também. A proposta está lançada, as escolhas já estão feitas. O técnico aqui sou eu e o time é meu. (quase um Dunga hein). Brincadeiras a parte, aqui está uma lista dos softwares que eu acho legais serem observados aqui neste Post, achou legal? Tem alguma alteração a fazer na convocação? Faça o seu time e disponha aqui para todos nós, mostrando os convocados para a sua seleção de Software Livre.

Vamos começar.

1 – BrOffice.org (www.broffice.org)
É uma ótima suíte de aplicativos para escritório, baseada no OpenOffice ela vem batendo um bolão a tempos, hoje em dia é utilizada em boa parte dos projetos de migração feitos pelo Governo e Banco do Brasil, sem contar em projetos de iniciativas privadas que não foram divulgados. Vai jogar muito nessa Seleção.

2 – Mandriva Conectiva – (www.conectiva.com.br)
A nossa antiga idolo que por muito tempo foi chamada de Conectiva, recebeu a naturalização Europeia e se juntou ao Mandriva, outra grande no mundo dos softwares, que por muito manteve uma parte do projeto Conectiva, hoje já não mais sei por não os acompanhar mais, mas ainda assim merece lugar de destaque aqui na convocação, vai fazer uma boa participação, por mais que não entre em campo, só a presença já chama atenção.

3 – DreamLinux – (www.dreamlinux.com.br)
Tem batido um bolão, a algum tempo essa aqui tem jogado muito bola, atraindo uma quantidade consideravel de admiradores e por isso o destaque aqui na convocação. É uma distribuição Brasileira com bastante aceitação e uma comunidade bastante ativa, merece ser apreciada e destacada na multidão.

4 – GINGA – (www.ginga.org.br)
Nos campos da TV Digital aqui está nosso artilheiro. Só gols de placa que esse garotão ai tem feito. E a palavra é dele. “Ginga® é o nome do Middleware Aberto do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Ginga é constituído por um conjunto de tecnologias padronizadas e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e a melhor solução para os requisitos do país.”

5 – CACIC – (http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=3585)
Porque não colocarmos um índio para jogar em nosso time, certo? Então temos ai o Cacic – Configurador Automatico e Coletor de Informações Computacionais, o nome já diz em qual área ele atua né. E faz bem o serviço dele, um projeto muito estável criado pelo governo (DATAPREV) e que vem ajudando a muitas àreas a organizarem seu “meio de campo”.

6 – COCAR – (http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=133801)
O Controlador Centralizado do Ambiente de Rede, um projeto bem legal também para o pessoal de ADM de Rede, uma vez que ele tem como objetivo Controlar o trafego das redes de acesso, contando com alertas quando alguma rede cai ou está com baixos rendimentos, fazendo um log de todos os dados coletados naqueles momentos.

7 – KyaPanel – (www.kyapanel.com)
Aqui está nosso armador central, aquele que administra a situação, facilitando a vida daqueles lá na frente. “O KyaPanel é um painel para facilitar a administração de servidores Gnu/Linux melhorando a administração de rede.”

8 – i3GEO – (http://mapas.mma.gov.br/i3geo/)
Este é nosso estrategista, ele que localiza onde todos tem que ficar, pra onde vão, como está o terreno por lá, se tem uma caminho mais rápido pro “gol”, este é nosso Google Maps Tupiniquim de ótima qualidade, muita das vezes utilizo o i3GEO no lugar do maps e tenho informações mais precisas das coisas, vale a pena mantê-lo em campo.

9 – i-Educar – (http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=6552490)
Vamos manter a administração de nossas escolas mais economicas, rápidas e com resultados mais precisos, pra isso veio ao mundo o i-Educar, veja o que ele tem para nos falar. “O i-Educar é um software de gestão escolar. Centraliza as informações de um sistema educacional municipal, diminuindo a necessidade de uso de papel, a duplicidade de documentos, o tempo de atendimento ao cidadão e racionalizando o trabalho do servidor público.” Gente fina ele né.

10 – Solução Minuano (http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=11808514)
Este aqui é o nosso acessor de comunicações, libera o acesso de todos os outros para se comunicarem da melhor e mais rápida forma possivel, vamos ver o que ele tem a nos falar. “A Solução MINUANO –  Solução de Áudio e Vídeo em Software Livre CAIXA possibilita a transmissão e divulgação de conteúdo de áuido de vídeo, assim como reduz custos através de transmissões que substituem reuniões presenciais. São diversos os benefícios possibilitados ao utilizar o sistema, tais como redução de gastos de verbas publicas, qualidade de vida dos funcionários por reduzir a quantidade de reuniões e também redução de emissão de CO2 na atmosfera.”

11 – Prefeitura Livre – (www.prefeituralivre.com.br)
O que acha de você apresentar um projeto para sua cidade baseando-se em Software Livre com este programa, diminuindo custos e aumentando a produtividade. “O PREFEITURA LIVRE é uma solução de gestão municipal completamente livre e com suporte comercial de uma rede de empresas especializadas. Você não precisa pagar qualquer valor referente a licença de software para utilizar esta solução, basta baixar o código-fonte e configurá-lo adequadamente com os diversos SOFTWARES LIVRES que compõem a solução. O PREFEITURA LIVRE é a única solução de gestão municipal que implementa os principais conceitos associados ao Cadastro Técnico Multifinalitário (CTM) e ao Geoprocessamento Corporativo. Sendo um SOFTWARE LIVRE desenvolvido sob um framework estruturado em 3 camadas (MVC), ele pode ser adaptado rapidamente a qualquer nova demanda.”

12 – InVesalius – (http://svn.softwarepublico.gov.br/trac/invesalius)
Este aqui é pouco comentado mas é como o Ronaldo, é de grande peso e de melhor qualidade ainda. “InVesalius é um software livre para reconstrução tridimensional de estruturas anatômicas. Baseado em um conjunto de imagens bidimensionais, obtidas através de equipamentos de Tomografia Computadorizada ou Ressonância magnética, o programa permite que sejam gerados modelos tridimensionais da regiões de interesse do corpo humano. Após reconstruir tridimensionalmente as imagens DICOM, o software permite a geração de arquivos 3D no formato STL. Este arquivos podem ser utilizados para Prototipagem Rápida.”

13 – BrDesktop – (http://brdesktop.org/cdd)
Este aqui é nosso verdadeiro puro sangue Debian, é o antigo projeto Debian-Br-Cdd, ou seja, é o nosso Debian Stable totalmente em Portugues Brasil, um ótimo trabalho do pessoal que o mantem e disponibiliza sempre para todos nós, uma ótima linha de frente temos aqui com o BrDesktop, vale a pena conferir, para aqueles que gostam do Debian e não tem muita familiarização com outras linguas, o nosso BrDesktop é 100% pt-br.

14 – Amora – (http://code.google.com/p/amora/)
Galera do celular fazendo bonito também. Eu testei e foi show. “Amora (A Mobile Remote Assistant) é um programa feito em python para celulares Nokia S60 que permite controlar mouse e teclado no seu desktop Linux. Com ele é possível controlar seus slides, filmes e qualquer outro aplicativo gráfico que rode dentro de uma sessão do X com seu celular bluetooth. Você também pode ver miniaturas de qualquer aplicativo em foco na própria tela do celular.” Bateu um bolão aqui tambem.

15 – Expresso – (http://www.celepar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=57)
Um projeto bem interessante da CELEPAR que vem melhorando bastante o desempenho no dia-a-dia do grupo. Solução integrada de correio eletrônico, agenda, catálogo de endereços pessoais e corporativos, gerenciamento de tarefas(workflow) e boletins internos.

16 – APTonCD – (http://aptoncd.sourceforge.net/index.html)
O que acha de baixar os pacotes via apt-get instala-los em seu pc e depois enviar todos eles para um CD para que você possa fazer o processo de instalação em outros computadores sem a necessidade  de baixar tudo novamente, ótima ideia né, este projeto viabiliza isso para nós, uma praticidade utilissima para todos nós, principalmente para quem cuida de parques tecnologicos com muitas estações independentes.

Será que finalmente estamos prontos para admitir que os métodos tradicionais de ensino são pouco eficientes e devem evoluir rapidamente? Pelo menos é o que aponta um estudo publicado pelo governo americano, que compila os resultados de 10 anos de pesquisa e conclui que os recursos de aprendizagem on-line constituem uma maneira mais eficiente de aprender do que o ensino tradicional.

A pesquisa (em inglês, arquivo PDF) propôs uma meta-análise que chega a uma conclusão já amplamente difundida no mundo corporativo: sentar em uma cadeira e ficar olhando alguém falar não leva o aluno a grandes resultados. Neste contexto, devemos nos lembrar de como nasceu o modelo de educação em vigor e questionar por que é tão difícil fazê-lo evoluir. Quais são os mecanismos que realmente despertam o aprendizado e como desenvolvê-los?

Assistir não é aprender!

O pecado original da área educacional é tratar o conhecimento como se existisse a possibilidade de transferi-lo, como se transfere vinho da garrafa para o copo. Porém, conhecimento não se transfere, mas se constrói; o futuro do aluno depende menos de quem sabe e mais de o que ele mesmo vai fazer para aprender. A industrialização do processo educacional foi influenciada pela filosofia Taylorista; em geral, os governos são considerados responsáveis por preparar, em grande escala, cidadãos e profissionais capazes de sustentar a economia do futuro. Por questões logísticas, desenhou-se um modelo para dividir o problema em partes: por idade, por ano, por matéria, por sala, por região. Assim, foi abafada a individualidade do desenvolvimento intelectual, procurando um difícil equilíbrio entre ensinar a todos e respeitar o ritmo de cada um.

Continue lendo a matéria clicando aqui.

Fonte: iMasters.uol.com.br

Maddog lançou recentemente uma série de vídeos divulgando o Projeto Cauã, no qual exerce a presidência.

Este projeto visa, entre outras coisas, promover a inclusão digital, criar empregos, tornar a computação mais fácil, tudo isto de maneira sustentável e ambientalmente correta.

Estes vídeos receberam legendas em português, e maddog enviou-nos esta mensagem:


Olá,

Tenho trabalhado há bastante tempo na criação de alguns vídeos sobre o Projeto Cauã, e finalmente, com a ajuda de Joner Cyrre Worm, os tenho em um canal do YouTube, com legendas em inglês e português.

Você pode vê-los aqui:

http://www.youtube.com/ProjectCaua

e estão em uma sequência:

  1. Introdução ao Projeto Cauã
  2. Projeto Cauã: Mais fácil de usar
  3. Projeto Cauã: Ambientalmente correto
  4. Projeto Cauã: Empregos de Alta Tecnologia no Setor Privado
  5. Projeto Cauã: Inclusão Digital
  6. Projeto Cauã: De Desempregados a Contribuintes

Existe um sétimo vídeo que está aguardando a tradução das legendas para o português, mas talvez apreciará assisti-lo:

Aprecie estes vídeos!

maddog

Fonte: Dicas-L

Em um de meus passeios pela net vi a noticia deste livro ter sido traduzido e disponibilizado na internet para download, a tradução foi feita por Cesar Brod e Joice Käfer.

Redes Sem Fio no Mundo em Desenvolvimento trata da construção, manutenção e implementação de redes sem fio de baixo custo por todo o mundo, contando com pessoas especializadas e ONGs de todo o mundo que trabalham nesta área.
É uma ótima leitura para quem quer se aprofundar na área, uma leitura técnica, porém simples, demonstrando formas de se montar redes de baixo custo para todos os fins.
Aconselho o download e a leitura, são 400 páginas com um conteúdo bem extenso e também há muita informação no site do projeto que pode ser acessado pelo link abaixo.

http://wndw.net/

Wireless Networking in the Developing World
(Redes Sem Fio No Mundo em Desenvolvimento)

No site é possivel ler um conteudo bem amplo sobre o assunto e também fotos de redes sem fio implantadas por todo o mundo.
Fica ai a dica. ;]

Um assunto bem polêmico e corrente no mundo é a Inclusão Digital, assunto que irei adotar neste post.

Tive a oportunidade de trabalhar como professor de Inclusão Digital no Consórcio Social da Juventude, um projeto da Universidade Federal de São João Del Rei e o Ministério do Trabalho e Emprego, juntamente com prefeituras de 30 cidades da região das Vertentes aqui em Minas Gerais. Quando fui selecionado para integrar a equipe deste projeto estava ainda um pouco assustado, devido a grandiosidade e tamanha responsabilidade que angariaria ao dar apoio à ele. Até aquele momento não sabia direito o que realmente era Inclusão Digital, eu era um profissional de informática, já havia ouvido falar, mas nunca havia pesquisado a fundo, pra mim Inclusão Digital seria o mesmo que dar aulas de informática, quando com um pouco de pesquisa descobri que era muito mais que isto, era muito mais que apenas ensinar as pessoas a usar os programas do computador, eu deveria realmente fazer com que aquelas pessoas aprendessem a tirar proveito da máquina que tinham em suas mãos, para com ela ganhar a vida ou pelo menos ajuda-las nas tarefas diárias em casa ou no trabalho.

Após minha empreitada como professor de Inclusão Digital comecei a interessar mais pelo assunto, acompanhando as atividades sociais e governamentais em torno deste assunto, onde pude acompanhar muitos avanços e alguns retrocessos na tentativa de Incluir Digitalmente um país como nosso amado Brasil.

Podemos acompanhar os esforços do governo na tentativa de Incluir Digitalmente o maior número possível de brasileiros, para isto baixou impostos e vem facilitando as formas de aquisição de produtos de informática para toda a população. Mas, isto é Inclusão Digital? NÃO. Não é, e nunca será Inclusão Digital. De que adianta dar panelas e comida pra alguém que não sabe cozinhar? Pois é, é assim que ficam aqueles que se deparam com os atuais incentivos do Governo Federal. Porque digo isto, é simples, o Governo optou por utilizar softwares livres nos computadores (Linux e afins), mas esqueceu-se de capacitar pessoas para que pudessem auxiliar os “novos incluídos”. O Governo simplesmente optou por mudar a base tecnológica da suas investidas em ID para Linux, esquecendo-se de toda cultura pró-Windows que estava fixada no mundo, assim quando os novos proprietários dos computadores incentivados pelo governos ligam suas novas aquisições logo dizem, “Ué, cadê o botãozinho verde aqui de baixo”, “que Windows é este?”, “que Windows ruim”. O Brasil está encaminhando pró-software livre, mas de uma forma não muito interessante, pois estão impondo o uso de Linux, sem que as pessoas estejam preparadas para ele, quando digo preparadas me refiro a pelo menos terem um conhecimento subjetivo sobre o que é Linux.

Muitas pessoas acham que o Linux é um programa do Windows . E o que fazer para mudar isto? Instruir. Informar. Incentivar. Jamais impor.

Mas a Inclusão Digital só é feita por meio do Linux e software livre? Não, o sistema operacional ou aplicativos usados para ID tem uma relevância menor que o de poder instruir as pessoas a usarem aquele computador para beneficiar e agilizar seus processos do dia-a-dia. O Linux foi adotado pelo governo brasileiro principalmente por seu custo “zero”, assim possibilitando baixar o valor dos computadores oferecidos no varejo. Mas em muitos países mundo a fora o Windows foi a opção escolhida. Aqui no Brasil a Microsoft tentou combater o Linux, oferecendo seu sistema por valores mais baixos, mas não foi o suficiente para convencer o governo.

A Inclusão Digital no Brasil caminha a passos largos, porém por caminhos tortuosos. Mas todos sabemos que no Brasil nada consegue iniciar da forma como deve ser, sempre temos que dar o bom e velho jeitinho brasileiro nas coisas, até mesmo em projetos governamentais.

Para que dê realmente certo a Inclusão Digital no Brasil devemos primeiro estabelecer uma distribuição padrão para todas as atividades que envolvam o projeto (os projetos) (o que não vemos hoje em dia, cada fabricante solta uma distribuição e muita das vezes muito desatualizada). Após a escolha da distribuição, manter uma equipe a fim de atualizar a mesma (o que se não me engano começou a ser feito com o Linux Educacional), posteriormente selecionar melhor o conteúdo do sistema, pois vejo hoje em dia (nas escolas onde ofereço apoio profissional) que há softwares educacionais fornecidos pelo governo que não conseguem ser abertos pelos computadores. Porque? Simples, por falta de compatibilidade de “codecs”. A poucos dias fui chamado em uma escola para poder observar o porque dos computadores não rodarem um CD com jogos educacionais, fornecidos junto aos PCs. Em 1 minuto de frente ao computador obtive a resposta. Falta do “Flash”. Um jogo totalmente em Flash, e os computadores não suportavam o arquivo. Fácil solução, instalei o GNash no servidor e pronto. Agora, custava adicionarem este pacote junto a distro? Não né. Por isto acho que deveriam escolher melhor os softwares a serem instalados junto aos computadores e o principal, atualizá-los.

Em uma pausa no processo de escrever este post fui ler as notícias de hoje (21.11) e me deparei com a seguinte “MEC pretende aparelhar os laboratórios de informática de 9.000 escolas” dada pelo BR-Linux. O MEC pretende aparelhar estes laboratórios afim de transforma-los também em telecentros para a população dos arredores, assim ampliando ainda mais o alcance da Inclusão Digital à população. Mais um ótimo incentivo do governo em prol da I.D., e da população, mas lembremos dos “toques” que dei aqui anteriormente, sem eles, pouco adiantará tamanho investimento.

Torço muito para que todos os esforços direcionados à Inclusão Digital no Brasil tenham efeitos significativos e positivos, não somente torço, mas também direciono esforços para que isto aconteça, eu faço acontecer e você? Pense sobre isto, qualquer ajuda é bem vinda.

Abraços.

Todos contra o Office

Publicado: 18/10/2007 por Robert Lucas em Inclusão Digital, Open Source

A Microsoft vende o tocador de MP3 Zune e o videogame Xbox 360, produz software de gestão empresarial para pequenas e médias empresas, tem uma presença importante no mundo dos smartphones e já sedimentou sua presença no mercado de programas para servidores. Mas quem olhar com atenção para o balanço da empresa vai notar que boa parte dessas iniciativas é deficitária. O que tornou a Microsoft um dos melhores negócios de todos os tempos — e fez de Bill Gates por vários anos o homem mais rico do mundo — são dois nomes que fazem parte do dia-a-dia de quem usa computadores: o sistema Windows e o pacote de programas Office. O primeiro deles é um monopólio confortável: o sistema está presente em nove de cada dez computadores pessoais do mundo e tem uma barreira virtualmente intransponível para a concorrência, pois já vem pré-instalado de fábrica. Mas a situação do segundo é bastante diferente. O Office, como se sabe, é o pacote de programas de escritório que inclui o processador de texto Word, as planilhas eletrônicas Excel e o software de apresentações PowerPoint. Um consumidor que queira usar as funções básicas do programa tem duas opções. A primeira é comprar o Office no varejo, por algo em torno de 1 300 reais. A segunda é usar um concorrente — de graça, cortesia de algum dos maiores rivais da empresa, como Google, IBM e Yahoo!.

Leia matéria na íntegra aqui

Fonte: Info Online

O termo “inclusão digital”, de tão usado, já se tornou um jargão. É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados. O problema é que virou moda falar do assunto, ainda mais no Brasil, com tantas dificuldades – impostos, burocracia, educação – para facilitar o acesso aos computadores.

É que inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje, a depender do contexto, é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.

Em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores. Como fazer isso? Não apenas ensinando o bê–á–bá do informatiquês, mas mostrando como ela pode ganhar dinheiro e melhorar de vida com ajuda daquele monstrengo de bits e bytes que de vez em quando trava.

Leia matéria na íntegra aqui.

Fonte: Webinsider