Todos contra o Office

Publicado: 18/10/2007 por Robert Lucas em Inclusão Digital, Open Source

A Microsoft vende o tocador de MP3 Zune e o videogame Xbox 360, produz software de gestão empresarial para pequenas e médias empresas, tem uma presença importante no mundo dos smartphones e já sedimentou sua presença no mercado de programas para servidores. Mas quem olhar com atenção para o balanço da empresa vai notar que boa parte dessas iniciativas é deficitária. O que tornou a Microsoft um dos melhores negócios de todos os tempos — e fez de Bill Gates por vários anos o homem mais rico do mundo — são dois nomes que fazem parte do dia-a-dia de quem usa computadores: o sistema Windows e o pacote de programas Office. O primeiro deles é um monopólio confortável: o sistema está presente em nove de cada dez computadores pessoais do mundo e tem uma barreira virtualmente intransponível para a concorrência, pois já vem pré-instalado de fábrica. Mas a situação do segundo é bastante diferente. O Office, como se sabe, é o pacote de programas de escritório que inclui o processador de texto Word, as planilhas eletrônicas Excel e o software de apresentações PowerPoint. Um consumidor que queira usar as funções básicas do programa tem duas opções. A primeira é comprar o Office no varejo, por algo em torno de 1 300 reais. A segunda é usar um concorrente — de graça, cortesia de algum dos maiores rivais da empresa, como Google, IBM e Yahoo!.

Leia matéria na íntegra aqui

Fonte: Info Online

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