Arquivo de março, 2007

01. Qual a ligação dos Outros com a Dharma?

Na terceira temporada que começou no dia 5 de março às 21h no AXN, os fãs da série enfim terão respostas para várias questões importantes – por exemplo, o que o sinistro grupo dos Outros tem a ver com o misterioso projeto desenvolvido na ilha

02. O que aconteceu com a escotilha?

Locke quebrou o computador, Desmond acionou a chave, o céu ficou púrpura e um som ensurdecedor foi ouvido na ilha. E o antigo lar do Brotha, terá resistido ao tal incidente eletromagnético? E isso nos leva à próxima pergunta…

03. O que houve com Desmond, Locke e Eko?

Charlie saiu a tempo de dentro da estação Cisne, mas os outros três, não. E agora? Que tipo de conseqüências eles poderão ter sofrido com o estranho acontecimento?

04. Onde os Outros vivem?

O acampamento para onde eles levaram Michael, como Sayid descobriu no fim da segunda temporada, era só fachada. Então, onde está o povo do falso Henry Gale? Esta é uma das primeiras respostas que chegam com a nova temporada

05. Como Locke foi parar na cadeira de rodas?

Se a cura do caçador da ilha é um grande enigma, o motivo de sua paralisia antes de chegar à ilha não fica atrás. Terá sido acidente? Ou o problema não tinha qualquer razão física, e sim emocional? Em breve saberemos!

06. Quem Kate escolherá: Jack ou Sawyer?

É verdade: o triângulo amoroso que durou duas temporadas enfim vai se desfazer. Ela vai ficar com o médico ou com o golpista? Faça sua aposta que a descoberta não vai demorar para chegar…

07. Claire e Jack são mesmo irmãos?

No episódio da segunda temporada em que o doutor Christian Shephard foi à Austrália para tentar falar com sua filha, o vimos discutir com uma mulher bem parecida com a loirinha – e daí surgiu a dúvida. Já pensou?

08. Quem é o pai do filho de Sun?

O mistério está no ar. Há quem afirme que é Jin, e tem também quem pense que é de Jae Lee, o ex-professor de inglês da coreana. Tem até quem aposte em Michael. O que importa é que a dúvida será resolvida

09. Quem criou Alex?

Segundo Rousseau, há 16 anos sua filha foi seqüestrada pelos Outros. A jovem Alex, no entanto, parece ter uma índole bem mais bondosa do que a dos demais integrantes do grupo. Será que ela teve pais adotivos?

10. O que significam as tatuagens de Jack?

Incorporados à trama da série, os desenhos e símbolos no braço do ator Matthew Fox têm mesmo um significado especial para Jack. E a explicação virá junto com um estranho momento da vida do médico…

Fonte: TV Globo – Séries

Anúncios

Museu online de dispositivos eletrônicos

Publicado: 15/03/2007 por Robert Lucas em Tecnologia

Os estudantes da Universidade de Dundee, na Escócia, criaram um museu online de dispositivos eletrônicos que se tornaram populares pelo mundo, chamado de “Museum of Lost Interactions”.

Entre os itens da amostra virtual estão antigos tocadores de música, como o Acoustograph, de 1920, e o Zenith Radio Hat, de 1950.

Para os interessados em telefonia celular, o museu apresenta um curioso dispositivo portátil de Código Morse, considerado o precursor do telefone celular. “O interesse neste projeto tem sido fenomenal e estamos felizes que tantas pessoas estão entrando para conhecer nossa coleção”, declarou Shaun McWhinnie, um dos estudantes responsáveis pelo museu hoje linkado por cerca de 25 mil páginas.

A idéia de criar um museu online veio após o pedido de um professor aos estudantes para buscar mídias perdidas ou mortas e criar modelos de produtos fictícios que poderiam trazer estes antigos precursores ao mercado moderno.

Fonte: Geek

Nunca houve um período mais propenso para que usuários leigos com curiosidade sobre o Linux se aventurassem pelas bandas do código livre.

Recém-lançado, o novo Windows Vista, além de carregar uma pesada etiqueta de preço, exige configurações muito aquém das máquinas de usuários brasileiros.

Aliado a isto, as distribuições estão adotando posturas ainda mais didáticas, o que torna ações como o programa Computador para Todos, do Governo Federal, um enorme empurrão para o sistema.

Até mesmo a tradicionalmente radical comunidade entusiasta vem trocando seu fervor por uma postura mais tolerante e simpática a quem vê o Linux com desconfiança.

Antes de tomar o primeiro passo, é bom que o usuário tenha claro que, por mais que se pareçam graficamente com o Windows, sistemas em Linux ainda trazem diferenças substancias em relação ao sistema da Microsoft.

A diferença, caro leitor, não é ruim. O esforço em se adaptar a novos comandos (bastante simples) deve compensar para usuários cansados com vírus e lentidões, por exemplo.

A seleção detalhada pelo IDG Now! segue a pesquisa de popularidade realizada entre a comunidade Linux pelo blog BR-Linux, com a exclusão do SlackWare, distribuição apontada como técnica demais para usuários leigos.

A relação abaixo incluiu também dois sistemas pagos não presentes na seleção do BR-Linux: o Dual OS (ex-Freedows) e o Mandriva Linux 2007.

* Red Hat Fedora
Quando chegar aos colégios do terceiro mundo no segundo semestre deste ano, o XO, conhecido como “notebook de 100 dólares”, introduzirá os alunos no Linux por meio da interface Sugar, adaptação que a Red Hat vem fazendo do seu Fedora.

Aposta da Red Hat no mercado de desktop domésticos após o fim do Red Hat Linux, o Fedora está em sua sexta versão estável, com previsão de lançamento da sétima ainda para 2007.

Ainda que não traga a mesma riqueza de aplicativos que distribuições como o Ubuntu, o Fedora é popular o suficiente para contar com uma extensa biblioteca de aplicativos.

A própria Red Hat promete enriquecer os softwares integrados ao Fedora, que vem acompanhado pelo pacote OpenOffice, o navegador Firefox e o editor de imagens Gimp, na versão 6.

Ainda assim, a interface Gnome do Fedora 6 oferece muitas das mesmas funções de navegação presentes no Windows.

Caso queria testar o sistema sem apelar para o Live CD, o Fedora 6 pode ser instalado no disco rígido do usuário a partir do próprio Windows, oferecendo uma ferramente no boot onde o usuário escolhe qual sistema será carregado.

* Ubuntu
O Ubuntu se assume inteiramente voltado a usuários leigos a começar pelo seu mote – “Linux para seres humanos”. Lançado pelo sul-africano Mark Shuttleworth em 2004, o Ubuntu se apóia na interface gráfica Gnome para atrair atenção dos iniciantes.

Quem está acostumado com a interface do Windows não deve ter dificuldades em se guiar pelos menus na barra superior da sua área de trabalho, que leva aos aplicativos e configurações do sistema.

Melhor: funções de acessibilidade, como teclado na tela e pronúncia oral de comandos são habilitados como padrão, o que o torna uma opção ainda mais vantajosa para usuários com necessidades específicas.

Outro atrativo para quem nunca usou Linux é a presença nativa de softwares como o pacote corporativo OpenOffice, o comunicador Gaim, o editor de imagens Gimp e o navegador Firefox, que emulam muito bem as principais funções presentes no Windows.

Caso queira, a instalação padrão do Ubuntu ainda permite que o usuário habilite diversos outros softwares multimídia e para internet sem o trabalho de baixar e instalar pacotes – mesmo bastante simples, o Ubuntu instala aplicativos de uma maneira bem diferente do Windows.

Com ótimo desempenho até mesmo em máquinas enxutas, o Ubuntu ainda permite a criação de diferentes áreas de trabalho para o usuário – algo que a Apple pretende integrar ao seu Mac OS X 10.5, prometido para este ano.

* Kurumin
Apresentado como “uma das distribuições Linux mais fáceis de usar”, o Kurumin é o melhor exemplo de distribuição desenvolvida no Brasil dentro de um setor dominado por softwares estrangeiros.

Criado e atualizado pela comunidade Guia do Hardware, o Kurumin se mostra amigável ao usuário graças à sua interface KDE (K Desktop Environment) com pequenos ajustes para parecer ainda mais com o sistema Windows.

Se antes apostava na portabilidade de CDs em miniatura distribuídos com o sistema, o Kurumin resolveu integrar softwares, como o pacote OpenOffice e o aplicativos de virtualização VMWare, a ponto do Kurumin 7 ocupar uma mídia inteira.

E que mal há nisto? Nenhum. Pelo contrário. Aliada aos chamados “ícones mágicos”, a função de instalação de novos programas no Kurumin saiu na frente de outras distribuições pela ótima exploração de recursos gráficos.

Outra vantagem é a possibilidade de usar o Kurumin pelo Live CD, assim como o Ubuntu. Ao invés de instalar no HD, o usuário pode experimentar o Kurumin a partir do drive do PC.

* Mandriva
A francesa Mandrakesoft comprou a Conectiva em 2005 e, além de mudar o nome para Mandriva, incorporou a seu sistema operacional muito da usabilidade para usuário final da empresa curitibana que revelou Marcelo Tosatti ao mundo.

Mais recente distribuição da empresa, o Mandriva Linux 2007 continua a apostar na pluralidade de maneiras de chegar ao usuário final.

Não bastasse a versão gratuita, o Mandriva Linux pode ainda ser encontrado em memory keys (uma mão na roda para quem precisa usar PCs públicos sem Linux) ou nos seus três pacotes pagos.

Pagar por Linux? Sim, e com gosto. Como paga taxas referentes a plug-ins proprietários que rodam aplicações multimídia, os pacotes PowerPack (79 euros), PowerPack+ (179 euros) e Discovery (49 euros) chegam redondinhos ao usuário final – tocar DVDs, emular games para Windows e suportar novos modos de exibição exigem configurações nem tão simples do usuário.

Com visual parecido ao Ubuntu graças à interface Gnome ou no modo padrão de exibição com KDE, a versão gratuita traz navegação simples e acompanha os softwares Mozilla Firefox, OpenOffice, Gimp, AmaroK, KMPlayer, Ekiga.

* Dual OS
Em 2002, a Microsoft processou a desenvolvedora por trás do sistema operacional Lindows alegando que o software de código aberto era exageradamente copiado do Windows.

Quase três anos depois, o processo terminou com a Microsoft pagando uma multa e o sistema renomeado como Linspire.

Considerando esta história, é um grande mistério como a mesma Microsoft também não correu para acionar os desenvolvedores do Dual OS (150 reais), sistema operacional em Linux com interface claramente copiada do Windows.

A interface do desktop do Dual OS é idêntica ao Windows XP, com direito a Menu Iniciar, barra de tarefas com relógio e até ícones muito parecidos aos desenhados pela Microsoft.

Por este motivo, o Dual OS é uma bela ponte para quem quer migrar para Linux sem muito esforço em se adaptar a novas funções e comandos – um dos possíveis motivos pelos quais foi incluído no programa Computador para Todos.

Junto ao Dual OS, o usuário pode usar o DualOffice, pacote corporativo com aplicações abertas que imitam com fidelidade assustadora o Word, Excel e PowerPoint, do pacote Office, da Microsoft.

Assim como o Madriva Linux 2007, o Dual OS vem com funções multimídia e de navegação completamente configuradas por ser pago.

* Debian
Em uma comparação rasteira, o Debian está para o Ubuntu como o Netscape está para Firefox.

O sistema em Linux nascido na homenagem de um programador à sua namorada hoje serve de base para outras distribuições, como a popular Ubuntu.

Aliado à extensão lista de ferramentas disponíveis para programadores, o Debian serviu de ponto de partida também para dezenas de outras distribuições que exploram sua estabilidade e as interfaces amigáveis KDE ou Gnome.

Graças à sua longevidade (a primeira versão do Debian foi lançada em 1996), o Debian goza de popularidade entre a comunidade Linux principalmente por sua estabilidade e pela vasta biblioteca de aplicativos disponível.

Aliada à extensão de ferramentas disponíveis para programadores, a longevidade transformou o Debian no primeiro passo para diversas outras distribuições de Linux – confira a lista da Wikipedia.

Fonte: IDG Now

Minha Opinião:
Há inumeras outras distribuições de fácil uso hoje rodando pelo mundo que poderiam também estar listadas aqui, mas terem colocado as mais em destaque nos últimos anos, foi uma boa jogada.
Eu utilizo a quase 2 anos a distribuição da Novell, o SuSe Linux, hoje com nova nomenclatura openSUSE na versão 10.2, e sinceramente, não deixa a desejar para nenhuma distribuição. Posteriormente irei falar pessoalmente sobre ela. É isto, quem se interessar pelo mundo linux e quiser opiniões, só deixar aqui teu comentário.

Teste Vocacional Grátis

Publicado: 06/03/2007 por Robert Lucas em Importante

Este é o teste vocacional mais utilizado hoje no mundo inteiro! Adaptado por Carlos Martins a partir de um método inventado nos Estados Unidos, pelo psicólogo e educador John Holland, que já foi adotado por outros países. É simples: descubra quais são suas preferências, junte a isso sua personalidade (traços hereditários + experiências pessoais = personalidade) e você descobrirá qual a profissão que lhe convém.Faça o teste aqui

O verdadeiro significado da palavra TREM

CULTURA Interessante que o assunto mineirês veio à tona logo no dia em que alguns transtornos foram causados pelo desconhecimento do mineirês por parte de alguns jornalistas, que escreveram a seguinte manchete:

“Trens batem de frente em Minas.”

Os mineiros, obviamente, não deram a devida importância, já que para eles isto quer dizer apenas que duas coisas bateram.
Poderiam ter sido dois carros, um carro e uma moto, uma carroça e um carro
de boi; ou até mesmo um choque entre uma mala de viagem e a mesa de jantar.

Movido pela curiosidade, resolvi então consultar o Aurélio e vejam o que diz:

Trem: [Do fr. train.] S. m.
1. Conjunto de objetos que formam a bagagem de um viajante.
2. Comitiva, séquito.
3. Mobiliário duma casa.
4. Conjunto de objetos apropriados para certos serviços.
5. Carruagem.
6. Vestuário, traje, trajo.
7. Mar. G. Bras. Grupamento de navios auxiliares destinados aos serviços
(reparos, abastecimento, etc.) de uma esquadra.
8. Bras. Comboio ferroviário; trem de ferro.
9. Bras. Bateria de cozinha.
10. Bras. Pop. Qualquer objeto; coisa, treco, troço.
11. Bras. MG e S. Fam. Indivíduo sem préstimo, ou de mau caráter; traste.

Vejam que o sentido de comboio ferroviário é apenas o 8º, e ainda é considerado um brasileirismo.
Comentei o fato com um amigo especialista em etimologia, que me esclareceu a questão: o comboio ferroviário recebeu o nome de trem justamente porque trazia, levava, transportava os trens das pessoas.

Vale lembrar que nessa época o Brasil possuía uma malha ferroviária com relativa capilaridade e o transporte ferroviário era o mais importante. Assim, era natural que as pessoas fizessem essa associação.

Moral da estória: O mineiro é antes de tudo um erudito. Além de erudito, ainda é humilde e aceita que o pessoal dos outros estados tripudie da forma como usa a palavra trem.

Na verdade, acho que isso faz parte do espírito cristão do mineiro.
Ele escuta as gozações e pensa:
“… que sejam perdoados, pois não sabem o que dizem…”

Minha Opinião:
Ohhh trem bão sô… Não é atoa que me orgulho do meu Estado. =]
Trem, trem, trem, trem, trem!!!